Vivendo bem e barato (Parte 3)

Março 14, 2008 at 5:35 pm (Dicas e Passeios) (, , , , , , )

Sigo nas recordações do ano passado para exemplificar como podemos fazer muito com pouco dinheiro aqui na França. No mesmo período em que fomos a Reffannes em julho, de carona, aproveitamos para conhecer não apenas a Île d’Oléron, mas também a linda região do Perigord, no centro do país, a umas 3h de carro da mansão Monnet. Fomos para um final de semana também, mas aproveitamos tão bem que voltamos com a impressão de ter passado uma semana inteira.

A saída foi no sábado às 6h, com tempo nublado, mas agradável. Novamente havíamos preparado os ítens básicos para uma viagem a baixo custo: a geladeira térmica repleta de guloseimas e a barraca, tudo bem guardado no porta-malas da Titine. Após longa viagem, parada para cafés, começamos a avistar a região, com cidadelas no topo ou no meio de enormes rochedos, grutas e indicações de que estávamos perto da primeira parada: Lascaux II.

Não fazia a menor idéia da existência dessa gruta, mas aparentemente ela é uma das mais conhecidas e importantes do mundo, por causa do número impressionante e pela qualidade dos desenhos ruprestes nela encontrados. De cair o queixo, mesmo sabendo que ela se chama Lascaux II por ser uma cópia da Lascaux original, que foi fechada e preservada para que os desenhos feitos há 17, 20 mil anos antes de Cristo ficassem para a eternidade.

Partindo dali, pausa para o almoço simples e mais cidadelas em topo de rochedos. Desta vez, estacionamos e subimos para ver o castelo de Beynac, às margens do Dordogne, um enorme rio que corta o meio da França. Paisagem linda do vale que ele formou durantes os séculos, ruas estreitas, casas antigas e fachadas floridas. O castelo, aliás, um dos muitos que encontramos num raio de 10, 20 quilômetros.

Depois de passar por La Roque Gageac, outra cidade incrustada em montanha, paramos no nosso camping, um centro equestre, aparentemente um dos mais baratos da região: 4,50 por pessoa. Dos lados do cavalos e perto da piscina, armamos a barraca, tomamos um banho e partimos para outra cidade da região: Sarlat, onde comemos um tradicional Foie Gras do Perigord e ainda conhecemos um centrinho agitado, medieval e com muito teatro de rua.

No dia seguinte, aproveitamos ao máximo novamente. Parada inicial em Rocamadour, vilarejo construído numa rocha altíssima e que abriga igrejas e faz parte do caminho de Santiago de Compostela. Simplesmente impressionante! Descemos, subimos, pegamos a estrada à frente para tirar fotos e partimos para almoçar num Logis de France que encontramos no caminho.

O selo Logis de France indica qualidade e como estávamos numa cidadezinha pequema, pagamos apenas 15 euros o menu completo, com buffet de saladas, queijo, sobremesa e mais vinho. Quase morremos de comer. E mesmo estufados e loucos de vontade de fazer uma sesta, seguimos para a Gouffre de Padirac, a mais profunda e larga da região, com salões de estalagmites e estalactites, lagos enormes e um passeio de barco dentro dela. Ufa!

Teve de tudo, do começo ao fim. Não paramos, mas é assim que se faz uma boa viagem. Na volta ao camping ainda resolvemos dormir mais uma noite por lá, a Manue caiu na piscina, ficamos tranquilos e só voltamos a Reffannes no dia seguinte, antes parando para comprar um vinagre típico da região e outros presentinhos.

Tem fotos no link do finado fotolog, com a mesma indicação de clicar em proxima (http://www.fotolog.com/eloisilveira/19469676). Mas seguem outras abaixo.

O vilarejo de Beynac

O Dordogne e o vale

As ruas estreitas e as belas casinhas de Beynac

O camping dos cavalos. Ao fundo, Titine e a barraca.

A parada no pôr-do-sol antes de Sarlat

A linda Rocamadour, pena foi o dia nublado.

Rocamadour, vista de frente.

A Gouffre de Padirac, enorme!

Um dos salões da gruta.

O passeio da balão, que ainda vamos fazer um dia.

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Vivendo bem e barato (Parte 2)

Março 9, 2008 at 3:42 pm (Dicas e Passeios) (, , , , , , , )

Quase dois meses depois do primeiro post, retorno com a “seção” Bom e Barato, revivendo algumas das trips de 2007 pela França. Depois de Rennes, St. Malo e Mont St. Michel, concentramos nossas caronas para ir a Reffannes, na gloriosa mansão Monnet. E nestes trechos, encontramos gente de todos os tipos e apenas uma vez tivemos que voltar pra casa porque realmente ninguém parou para nos ajudar.

Entre os personagens curiosos, o senhor rico num Audi, que nos levou até o pedágio e ia escutando nossas histórias com atenção e soltando a cada cinco minutos : “Puxa, parabéns, muito legal o que vocês fazem”. E detalhe que ele morava em Chartres, perto da maravilhosa catedral, e tinha uma casa na Córsega. Cheio da grana. Outro bem bacana foi o romeno que passou todos os 45 minutos da ida de Paris ao pedágio dando uma aula de história e política do país dele.

Já não tão memorável foi a ida com o pai playboy e suas duas filhas de 13 e 10 anos que em breve se tornarão outros exemplares dos típicos franceses chatos e arrogantes. Tinham acabado de voltar do Senegal, de safáris, iam ver a vovó no campo. O pai, chefão de uma importante cadeia de celulares, falava com um empregado no viva-voz, mesmo estando em férias. E ainda quis contratar a Manue para trabalhar de vendedora, mas ela rejeitou.

Entre boas e más companhias, ao menos nunca chegamos atrasados em nosso destino. Falávamos pro senhor Jack Monnet: “Devemos aparecer por aí por volta das 21h”. Et voilà, 21h15 lá estávamos. Em julho, passamos três semanas na mansão e aproveitamos para fazer duas belas viagens em finais de semana. Conto uma delas, para a Île d’Oléron, a cerca de 1h30 de viagem de Reffannes, ilha no litoral centro-oeste da França perto da linda La Rochelle, pra quem quiser tentar se aventurar.

Aproveitando mais uma vez da geladeira repleta de guloseimas, preparamos nossa comida para 2 dias, colocamos dentro daquelas enormes geladeiras térmicas e partimos na finada Titine, o Peugeot 107 verde-escuro da Manue, que foi vendido recentemente. Saímos cedo e encontramos um bom sol pelo caminho, chegamos à ilha no horário previsto e fomos procurar o camping para montar nossa barraca. Tão organizado o sistema que parecia até hotel, com mapa dos espaços vazios e as árvores embaixo das quais poderíamos nos abrigar.

Calejados do trauma de tentar montar a barraca no escuro e quase sem lanterna (o que contarei em outro post), desta vez quebramos o recorde francês de instalação. E fomos felizes dar uma volta pelas redondezas, aproveitando aquele sol lindo e os quase 23 graus de intenso verão. Entrar na água, só pra refrescar depois do frescobol, porque a maré era ainda mais fria.

Mas valeu. No camping ainda jogamos a partida decisiva do playoff melhor-de-sete de pétanque (a bocha francesa), que me rendeu o título e o jantar na faixa. A noite fomos comer no centrinho típico de cidadezinha à beira-mar, que me lembrou um pouco o de São Sebastião no início dos anos 90. No dia seguinte, café-da-manhã na praia, com nossos cereais preferidos, um toddynho ainda fresco do bom armazenamento e uma vista sensacional.

À tarde, passeio pelo outro lado da ilha, almoço com arroz, atum, salada e ovo das galinhas da mansão Monnet e um sol desta vez mais intenso e que até deu pra bronzear. Pra fechar, banho num camping que não era o nosso, mas cujo o segurança nem se deu conta da na nossa entrada. E volta triunfal a Reffannes no cair da noite.

Mais abaixo seguem as fotos. E em breve falo sobre outro lugar, outra viagem a preços baixos e novamente partindo de caronas.

O porta-malas da Titine bem guarnecido para o final de semana

A barraca bem montada

A ilha

O café-da-manhã na praia

o vilarejo de pescadores

A longa praia deserta

A praia, de mais perto

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Histórias mínimas

Fevereiro 29, 2008 at 1:16 am (Brasil - França) (, , , , , , )

Pedro resolveu morar em Londres e mal falava inglês. Aprendeu na marra, trabalhou como garçom de restaurante sujo, de prédio chique, aguentou muita encheção de saco, mas com as boas gorjetas viajou de navio e ajudou a família. Hoje, quer voltar, não aguenta o clima úmido e as noites às 15h30 da capital britânica.

Elena é européia, bem européia, passou um tempo numa boa escola nos EUA, aprendeu espanhol e italiano com extrema facilidade. Faltava um desafio: com um dinheiro juntado sem grandes esforços, viajou então ao Brasil, passou um mês perdida pelas ruas, mas aprendeu português e se encantou. Mas se desencantou mais tarde por esses desencontros da vida e dificilmente fará outra aventura dessas.

Carlota, parisiense convicta, está em dúvida, mas ela não estava pouco tempo atrás. Culpa do seu namorado, que a deixou sozinha e voltou para casa. O João, brasileiro típico, tentou, tentou, mas ele também se desencantou por aqui, com o clima (que parece o da capital britânica), com a falta de calor humano. A Carlota agora está pensando no que fazer porque se sente sozinha, mas não sabe se tem o mesmo ímpeto da Elena para largar tudo e viver este amor, que cresce pela saudade, mas que talvez nem seja tão grande assim.

Leco é um cara inteligente e que nem era tanto assim na época da escola. Mas virou um intelectual, discute política em inglês, espanhol, francês e, claro, português. Está bem, feliz ao lado da sua alma gêmea e, ao contrário do João, só volta ao Brasil para a festa do casamento (e para curtir um solzinho).

Audrey, francesa mas não de Paris, também arriscou, foi para o Brasil e conheceu seu grande amor, o Paulo. Hoje eles estão juntos na França, bem, mas discutem frequentemente se vale a pena ficar ou voltar. Ela quer ficar, tem a familia por aqui, mas de algum jeito adoraria poder conversar mais em português no dia a dia - culpa do Paulo que passou a falar francês - e dançar, dançar, dançar.

Cleber vem pra França a cada duas semanas. Vem para comprar produtos e revender no Brasil. E ganha dinheiro assim. Ele é amigo do Dacio, que trabalhou no metrô, nos esgotos e comeu o pão que o diabo amassou antes de se dar bem. Os dois se encontram sempre por aqui, enchem a cara e soltam boas risadas.

O Fernando, o Joca, a Claudia, a Joana, a Ana Paula, o Vladimir estão de malas pronta para a Europa, para Londres ou Paris, acham que é lá que está a vida boa, porque no Brasil não dá mais. A Sophie, o Mathieu, o Christian, a Oxana e o Antoine estão loucos para ir para o Brasil. Na Europa eles têm tudo, mas a vida ainda assim não é fácil. Falta tempero. E disseram para eles que no Brasil isso é o que mais tem.

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Próxima Viagem

Janeiro 9, 2008 at 4:45 pm (Dicas e Passeios) (, , , )

Escrevi, em outubro do ano passado, uma matéria para uma edição especial da Revista Próxima Viagem, de São Paulo. Era para dar dicas de Paris para diversas faixas etárias, de 8 a 80 anos, tentando fugir do tradicional. Foi capa, junto com outras sete cidades do mundo. Coloco aí em baixo para quem não viu e o link: http://www.proximaviagem.com.br/revista/96/textos/164

Paris

No programa, um museu tão interativo que simula vôos do Super-Homem. Para dormir, o hotel com cursos de charutos

Elói Silveira

Cité des sciencesCOM 8 - Voe como o Super-Homem
Além de divertido, o parque Cité des Sciences e de l’Industrie (foto) é instrutivo. Reúne salas com lições interativas sobre o corpo humano, técnicas de vídeo e simulações de vôos como o do Super-Homem. São mais de 150 jogos em que pais e filhos brincam juntos, por 6 euros. Que tal levar seus filhos para um bar, com shows ao vivo? Se a idéia parece estranha, acalme-se. O tal bar não permite fumantes, bebidas alcoólicas e gente sozinha com mais de 16 anos. O Cafezoïde é o único café para crianças em Paris. No menu, além de sucos e doces, há jogos, concertos de artistas juvenis, ateliês e acesso à internet. Ingressos a apenas 1,50 euro.

PARA OS DE 18 - Jantar de graça!
Vários restaurantes de Paris oferecem o famoso cuscuz marroquino sem que você precise tirar 1 centavo do bolso. A consumação de bebida é obrigatória, mas nada que afete o orçamento da viagem. O pioneiro é o Les Taïs, com ambiente movimentado. Além da iguaria, oferecida às sextas-feiras e sábados, a partir das 19 h, há música ao vivo de quinta a domingo, por volta das 19h. Um lugar para dormir? O Paris - Le d’Artagnan é o maior albergue da cidade. Curtir o bar e a área de lazer faz parte da estada. Jovens de todas as nacionalidades se encontram para cervejas e partidas de sinuca e ainda podem usar a internet gratuita.

AOS 28 - Pedale e badale
Alugar uma das 20.000 bicicletas do programa Vélb é a novidade. O sistema tornou-se comum na Europa, mas foi inaugurado na Cidade Luz em agosto. O turista só precisa de um cartão de crédito e de 1 euro para pedalar por 30 minutos. Se quiser continuar, ou paga a cada meia hora, ou segue trocando de bicicleta em um dos diversos postos. Outra vantagem é o sistema de pistas exclusivas para ciclistas. São mais de 350 quilômetros. A sugestão é um passeio de três horas, começando em La Villette, no caminho para o Rio Sena. À direita, chega-se à Catedral de Notre-Dame. Mais para a frente, aos museus Louvre e D’Orsay e, por fim, à Torre Eiffel. Mas lembre-se: é preciso conhecer bem as leis de trânsito.
Se o caixa estiver em dia, passeie à noite pelos Champs-Elysées e tente um dos restaurantes-clubs da região. Em especial, La Casa del Fox, que oferece jantar com uma pista de dança fervendo como sobremesa. Tudo na casa dos 40 euros e aberto até as 5 h. Para quem prefere o bom e velho rock’n'roll, recomenda-se o La Fleche d’Or. Abre de domingo a domingo, sempre com quatro a cinco shows por noite. Passaram por lá bandas indies inglesas que hoje são sucesso. A entrada é gratuita e a cerveja não custa os olhos da cara.

NOS 38 - Jantar romântico e All That Jazz
Paris é, sim, uma das cidades mais caras do mundo. Mas dá para comer bem a preço justo. Uma opção é o restaurante Le Salon. Fica fora dos centros turísticos, no sudeste da cidade. É perfeito para os casais. Fazendo uma reserva, garante-se sala privativa e fica-se à vontade, com música lounge, menu variado, entradas, carnes e boa carta de vinhos. A sobremesa famosa é o moelleux tiède au chocolat, parecida com o petit gâteau. Os donos se dividem no atendimento, na preparação da comida e são supersimpáticos. Um casal gasta em média 60 euros. Gosta de jazz, ao estilo de Dexter Gordon, que morou em Paris? Então, vá ao Les 7 Lézards. É também restaurante e casa de chá, com ambiente tranqüilo, sofás aconchegantes, onde se degusta vinho do Porto, enquanto se escuta boa música todos os dias, a partir das 18 h. Aos domingos, por volta das 22 h, músicos da cidade se encontram para a jam session.

AOS 48 - Puro conforto e tudo sobre os puros
Investir de uma só vez numa boa estada e num curso de charutos é a proposta do Hotel Castille, um quatro-estrelas próximo da badalada Place Vendôme. Além da certeza do conforto, as aulas incluem um jantar, a história e a produção dos charutos e, claro, degustação e dicas de bebidas como acompanhamento. Tudo em três horas, por 95 euros. Há uma charutaria perto, a Drugstore, na Avenida des Champs- Elysées. Já que o assunto é compras, lembre-se da Passage du Grand Cerf. Também no Centro, próximo da prefeitura, reúne 33 butiques de grande estilo, comandadas por artesãos, decoradores, designers e estilistas. São três andares.

NOS 58 - Para navegar pelo Rio Sena com todas as regalias
Nada melhor do que comer bem e ainda aproveitar o que a cidade tem de melhor: o charme insuperável do Rio Sena e dos monumentos que o cercam. Navegando em um dos bateaux mouches é possível encontrar tudo isso a partir de 50 euros por pessoa. No caso dos mais chiques - com direito a apresentações ao vivo e passeios mais longos -, o preço chega a 135 euros. Ainda na sessão “jantar”, mas em terra firme, aproveite a cidade com o maior número de restaurantes três-estrelas do Guia Michelin. Entre os mais aclamados está o L’Astrance, próximo da Torre Eiffel. Aberto em 2000, foi elevando o nível ano a ano até receber a condecoração máxima em 2007. Mas vá preparando o bolso. Um jantar completo sai entre 150 e 250 euros.

COM 68 - Um hino à grande Piaf
Édith Piaf mantém sua força mesmo 44 anos após sua morte. Em especial, no museu reservado à cantora. Instalado num apartamento do 11o arrondissement, traz fotos e objetos da artista, que teve vida conturbada. O acesso é gratuito. Ainda no campo da música, a passagem por Paris ficaria mais completa com um concerto no teatro da Maison de Radio-France, “às margens do Rio Sena”, como diz o jornalista Reali Júnior. A rádio mantém quatro orquestras que podem, ou não, atuar juntas. Os concertos ocorrem só num final de semana por mês.

AOS 80 - Em Notre-Dame
A ida a Paris indica o passeio pela Île de la Cité e pela Catedral de Notre-Dame. Se não chega a ser uma dica surpreendente, é importante ressaltar que, aos domingos, a partir das 16 h, há apresentações com cantos gregorianos e concertos com a utilização do magnífico órgão do templo. Os turistas e as multidões predominam, mas a beleza do espetáculo compensa. Outra pedida: o Jardin du Luxembourg, o mais renomado parque do Centro. Tem áreas interessantes para jogos, que podem resultar em boas companhias. É comum encontrar senhores travando disputas de pétanque. O jogo é uma espécie de bocha local. Se o objetivo for apenas descansar, há cadeiras para se largar ao sol e observar o movimento.

8 DICAS QUE ILUMINAM SEUS DIAS NA CIDADE LUZ
- “Como se pode governar um país com mais de 325 tipos de queijo?”, alarmou-se De Gaulle. Hoje, são mais de 500. Compre os seus nas fromageries.
- Há mercados ao ar livre em três ruas adoráveis: Rue de Buci, Cler e Mouffetard.
- A visita à Île de la Cité fica melhor tomando um sorvete no Quai d’Orléans.
- Andar pelo Marais para apreciar os palacetes melhora ainda mais com almoço em um bistrô.
- Na entrada do Louvre são distribuídos mapas do museu em nove idiomas. Não tem em português! O jeito é se virar com o mapa em espanhol.
- Paris é cortada pelo Rio Sena. Ao norte do rio fica a Rive Droite (margem direita) e, ao sul, a Rive Gauche.
- A cidade é quase toda plana. Mas subir a colina de Montmartre é obrigatório. É o bairro dos artistas.
- É proibido subir a Torre Eiffel levando bolsas grandes e sacolas. E não há onde deixá-las! Não se esqueça!

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