Rápido adendo

Maio 27, 2008 at 9:56 am (Casa e Familia) (, , )

Estive bem ausente do blog por uma série de razões. A principal delas é que meus pais estiveram por aqui e fizemos uma bela viagem para que eles vissem coisas que só conheciam por fotos. Mas infelizmente eles tiveram que voltar às pressas ao Brasil por conta de um problema de saúde na família, o que também me deixou sem motivação para escrever.

Para complicar ainda mais, começou Roland Garros e estou fazendo a cobertura in loco do encerramento da carreira de Gustavo Kuerten para o Tenisbrasil. Anda tudo uma correria, mas estou tentando ao menos reencontrar o rumo.

Ainda publicarei quando der o terceiro passeio para fechar a série do que está publicado na revista. Talvez mais tarde coloque um roteiro do que fiz com meus pais também, o que recomendo enormemente para um viajante com um pouco mais de folga e vontade de não ficar apenas em Paris. Para ressaltar, a Próxima Viagem com minha matéria dos passeios ainda deve estar nas bancas, com texto diferente, mas meu.

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Acabou a gasolina do carro? Põe na tomada.

Maio 2, 2008 at 6:42 pm (Casa e Familia)

Tudo bem que a busca por combustíveis alternativos segue a todo vapor, mas admito que não sabia que os carros elétricos já estavam tão na moda assim. E como aqui é realmente um país do futuro, postos para carregar a bateria do seu carro se espalham cada vez mais pela cidade. Imagino até a cena:
- Bom dia senhor. O que vai ser ?
- Completa com energia aditivada. Mas quando a bomba bater, pára. Se não transborda.

Posto de energia

Vaga para carro elétrico

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França, um país do futuro

Abril 30, 2008 at 10:54 pm (Casa e Familia) (, , , , , , )

Passei hoje na banca pra saber se tinha saído aquela página de protesto no Le Monde ou se eles estavam em greve. Acabei não achando o jornal desta quarta, mas arregalei os olhos quando vi o de sexta !!! Peguei, analisei bem, olhei pra cima pra ver se não tinha uma câmera do Sergiô Malandrô querendo me pegar, mas acabei não resistindo e perguntei pra vendedora :
- Olá, esse jornal é mesmo de sexta-feira ?
- Isso.
- Sexta-feira, dia 2 de maio ?
- Isso.
- Mas hoje é quarta, dia 30 de abril.
E veio a explicação (ou não).
- Certo, é que amanhã é dia 1° de maio, o único dia do ano que nenhum jornal sai. Aí eles aproveitaram e adiantaram o de sexta.

Bom, comprei o jornal mais por curiosidade de saber o que ia acontecer no futuro. Vai que eles já haviam conseguido um furo de reportagem e divulgado o número da loteria que ainda ia ser sorteado. Mas não, o máximo que daria para falar com certeza era que na sexta ia chover e fazer frio.

 O Le Monde de sexta

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Cúmulo do brega

Abril 28, 2008 at 3:02 pm (Casa e Familia) (, , , , , , )

No parque, primeiro grande dia de sol do ano, o cara pega o violão e canta em alto e bom som para sua namorada:

Baby can I hold you tonight ?!

Francês cantando Tracy Chapman no parque !?!? Quase pedi para o inverno voltar.

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Paris em estado de alerta

Abril 26, 2008 at 10:57 am (Casa e Familia) (, , , , , , )

Atenção mesdames e messieurs, Paris está em estado de alerta! Neste sábado, uma estranha bola amarela ainda não identificada pelas autoridades apareceu no alto do céu, causando espanto e medo na população. Enquanto a polícia tenta acalmar os ânimos, o presidente Nicolas Sarkozy convocou uma entrevista coletiva no Palácio do Eliseu para comentar o assunto.

Ainda é cedo para analisar os efeitos deste fenômeno, mas poucas horas após seu aparecimento foi possível constatar um forte aumento na temperatura (que romperam a casa dos 20° pela primeira vez em mais de 7 meses), no número de bicicletas pelas ruas, na venda de camisetas e trajes leves e sorvetes na tradicional casa Berthillon. Mais do que isso, pessoas foram vistas nas ruas sorrindo sem motivo, causa que preocupa também o prefeito da cidade, Bertrand Delanoë.

Segundo o Centro de Estudos de OVNIS de Paris (CEO), a bola amarela já havia aparecido nos céus da capital francesa no ano passado, mas sem causar o mesmo impacto. Já o Instituto de Doenças Tropicais (IDT) vai mais longe e garante que ela pode ter origem na América do Sul ou África, o que explicaria certas reações como transpiração e aceleração dos batimentos cardíacos. Apesar de pedir calma aos habitantes, o IDT admite estar preparado no caso de uma epidemia.

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Meu amor, minha lata de lixo

Março 24, 2008 at 12:07 am (Casa e Familia) (, , , , , , )

Seguindo na linha de dois posts abaixo, relato outra senhora gafe, esta contada pelo meu querido primo Coaty. Também durante seus estudos para evoluir nesta língua complicada que é o francês, ele soltou uma que se não fosse tão engraçada, colocaria em risco um romance de mais de 45 anos com a Arlette.

Ao querer dizer que ele a achava a mulher “mais bonita“, ou “la plus belle“, ele se embaralhou todo e soltou um estranho: “Mon amour, tu es la poubelle!“, ou “Meu amor, você é a lata de lixo“.

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Two days in Paris e as gafes

Março 19, 2008 at 8:50 am (Casa e Familia) (, , , , , , , )

Esses dias vimos o filme aí do título do post, uma história água-com-açúcar da Julie Delpy sobre um casal de namorados, ela francesa e ele americano, que passam por Paris antes de voltar a Nova York. Nem entrarei em méritos sobre a qualidade do filme, porque nem vale tanto a pena. A moça quis fazer uma mistura de Amélie Poulin com Antes do Pôr-do-Sol mas errou a mão e exagerou absurdamente nos clichês sobre os parisienses. Dá realmente a impressão de que ela não gosta do país-natal.

Mas o que quero ressaltar são algumas situações que o cara passa e compará-las, porque acabei vivendo algo parecido no início, quando ainda não falava nada de francês. Uma delas por exemplo, é clássica: a apresentação aos pais e o primeiro almoço de família. E não sei todos sabem, mas aqui almoço é coisa séria, demora 2h, tem entrada, primeiro vinho, prato, segundo vinho, pão, queijo, sobremesa…Enquanto isso, o papo vai rolando na mesa (felizmente os pais da Manue são bem mais normais que os da moça do filme). Naquela ocasião, em dezembro de 2006, eu suava e minha cabeça doía porque mal compreendia o que eles falavam e as perguntas continuavam. Um sofrimento.

E nem podia ser diferente: eu era a “atração”, o namorado brasileiro num vilarejo de 350 habitantes. O problema é que fazia 2 meses que havia começado o curso básico de francês. Numa dessas perguntas veio uma das gafes que eu nunca esqueço. Ao ser questionado se no Brasil havia coelho, ou LAPIN, eu pensei, pensei, olhei feliz feliz pra Manue e disse: “Ah, pão (pain, som parecido). Claro que a gente tem. Fala pra ele, Manue. Explica que você comeu pão lá”.

Em seguida vieram as risadas e o comentário como se eu fosse um bebê: “Ai que bonitinho, ele achou que ‘lapin’ fosse ‘le pain‘” e mais risadas. Hmmmm…primeiro encontro e uma vergonha enorme, mas tudo bem, melhorei depois. Melhorei e ganhei tanta confiança que no final do ano passado já sentava na poltrona da sala com o sogrão pra assistir rúgbi ou jogo de futebol. E, confiante, saía discutindo sobre contratações, atuações e lances polêmicos.

No entanto, era começar a explicação e eu parava: “Sem dúvida que…(foi falta pra cartão…cacete, como eu digo isso?!)”…e ficava queito, ou apenas gesticulava. “Sim, o Juninho…(bate bem na bola e todas as faltas pro Lyon na entrada da área são perigosas)”…Ou então: “O goleiro do meu time é o…(que mais marca gols de falta e pênaltis no mundo, mas obviamente que aqui na Europa ninguém conhece o Rogério)”…e no final, virava a cabeça e tentava apenas aprender os termos escanteio, falta perigosa, defesa, lateral-direito, impedimento, “é teste para cardíaco, amiiiiigo” e por aí vai.

Mas segui melhorando e também evoluí nas gafes. Outro dia, assistindo a outro jogo, entendi algo bizarro e olhei pra Manue, que seguia impassível. “Manue, ele disse Faux Fillet (algo em torno de fofilê, que nada mais é que um bife como Entrecôte, Fillet Mignon)?” E ela respondeu sim. “Mas faux fillet não é uma carne?” E ela, em meio a risos: “Sim, mas nesse caso não é faux fillet, mas faufiler (fofilê), que é se esquivar, passar pelo meio de duas pessoas“…e mais risos. Não, não é fácil.

PS: nem sei se o meu blog é tão lido por quem está aqui na França, mas se alguém se interessar em mandar algum outro “causo”, publico mais tarde. Enviem aqui: eloisilveira@hotmail.com

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Um passo para a modernidade

Março 18, 2008 at 8:08 am (Casa e Familia) (, , , , , , )

Ontem foi um dia especial aqui em casa e talvez por isso não tenha escrito. É que finalmente chegou a TV a cabo completa , com vários canais interessantes como Eurosport, Eurosport 2, L’Equipe TV, TV Marseille, TV Lyon, um só de informação de esporte e alguns outros de cinema, informações, Discovery, Jamie Oliver e Al Jazeera. Comemorei vendo a rodada de Indian Wells, as melhores jogadas da rodada da NBA e os gols do Liedson na goleada do Sporting.

Curioso também é que ontem mesmo tinha saído para uma reunião da Brazuca no café do Pompidou, o museu de arte moderna. Lembrei que há um ano mesmo eu corria depois da aula para a biblioteca do museu para usar a conexão wifi e trabalhar para o Tenisbrasil, porque em casa ainda não tinha. E me bloquearam após dois dias, porque estava usando FTP, baixando fotos, usando o dreamweaver e teclando frenéticamente enquanto pessoas mais sérias estudavam.

Nunca mais voltei, mas também porque a Internet chegou e minha vida ficou mais fácil. Pelo pacote da Free Box com wifi potente, telefone gratuito para fixos do mundo todo e televisão pagamos 30 euros até ontem. Agora, com o pacote de canais especiais, a soma aumentou para 40. Nada mal. Um sistema conjunto que funciona e é barato, nem na Inglaterra (chupa ingleses !) se encontra.

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A polêmica

Março 12, 2008 at 11:28 pm (Casa e Familia) (, , , , , )

Pelas mensagens do post anterior deu para perceber que o texto criou uma polêmica enorme aqui em casa. Achei sinceramente que enumerando as coisas bonitas da França ia me sair superbem, mas esqueci de um detalhe importante: a própria Manue. Felizmente compensei com um belo buquê de rosas que ela adorou. E mais: prometi que não comeria queijo de cabra por uma semana!

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Necessidades primárias

Março 11, 2008 at 1:07 am (Brasil - França, Casa e Familia) (, , , , , , , , , )

Curiosamente, foi a Manue que voltou a citar meu aniversário de um ano aqui em Paris. Ontem, quando falei que nem havia me dado conta do fato, ela me exigiu uma lista curta e sem muita enrolação das coisas que eu não conseguiria mais viver sem. Então, sem enrolação, reproduzo-a:

1 - O metrô parisiense (acho que nem preciso explicar o porquê, certo?)
2 - Bicicleta. E aqui, adoraria ter escrito Velib, mas como vocês sabem, acabei de comprar uma novinha e ando todo pimpão. O fato de Paris ser plana, pequena, ter bastante ciclovias e ser linda me deu uma motivação incrível e fez com que eu conseguisse esquecer daquele tal de carro, tão fundamental no Brasil.
3 - A maneira de comer. Claro que eu ainda choro quando vejo feijão, mas nunca pensei que fosse mudar tanto meu jeito de comer. E também de montar o prato, a mesa, o vinho, de exigir um pedaço de pão…hmmm, deu fome.
4 - Falando nele, o pão. Não dá, pão francês é só na França. Aqui, aliás, até português come baguete e não ousa abrir padaria.
5 - Queijo de cabra. A Manue tem ciúme de queijo de cabra desde o tempo em que eu disse que a verdadeira razão de eu estar aqui não era ela, e sim esta maravilhosa iguaria.
6 - Futebol brasileiro. Eu estou tentando ver os jogos aqui, mas com exceção do Lyon, o resto é sofrível. Foram mais quatro 0 x 0 na última rodada e o PSG que tá seguindo os mesmos passos do Curíntia. E antes de mais nada, outro viva aos criadores do SopCast e da AJTV.

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São as águas de março, fechando o inverno…

Março 10, 2008 at 6:02 pm (Brasil - França, Casa e Familia) (, , , , , , , )

Cheguei a uma constatação interessante hoje: independentemente de ser inverno ou verão no mundo, março é mês de chuva. No Brasil teve até música pra isso, afinal, a gente samba e toma uma gelada pra celebrar ou afogar mágoas. Aqui na França, as pessoas apenas sabem desta condição de março e se deprimem calados. E eu me integro nesta lista.

E ainda olho os sites e vejo que a parte norte da França está em estado de atenção por causa das tempestades que vêm da Inglaterra (malditos ingleses). Chuva forte e ventos de 140 km/h que assustam. No meu caso, só me deixou ainda mais frustrado, para não dizer outra coisa.

Ontem, pela segunda vez na semana, resolvi sair de bicicleta num dos poucos momentos em que o mau tempo deu trégua. Resultado: cinco minutos depois de sair com céu azul e escalar o morro de Montmartre, veio um pé d’água que me fez dar meia-volta e descer voando, quase sem conseguir frear. E mais uma vez cheguei molhado e de mau-humor triplicado. Haja paciência pra tanto tempo ruim.

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Presente de primeiro ano

Março 8, 2008 at 11:42 pm (Brasil - França, Casa e Familia) (, , , , , , )

Talvez em outras épocas fosse motivo para comemorar em grande estilo, mas acabei simplesmente esquecendo que completei um ano aqui na França nesta semana. E só fui lembrado pelo post do Daniel, o Chéri à Paris, que curiosamente aterrissou por aqui três dias depois de mim.

E se ele fez uma bela duma retrospectiva em números, eu fico pensando aqui sozinho porque é que esqueci da data. Será que pela semana atribulada que passou? Ou talvez pelo fato de eu me sentir realmente em casa por aqui…Mas quem sabe mesmo porque havia acabado de celebrar o “nada” com a Manue e a levado num restaurante chique do lado da Torre Eiffel.

Enfim, o fato é que passou e agora não vou ficar lembrando de cada dia maravilhoso ou de sol. Muitas das coisas estão pingadas por aí no site e amanhã posto outro bom momento. E mesmo sem festa, ganhei um baita de um presente de mim mesmo: uma passagem para o Brasil. Mais do que certo, eu e a Manue desembarcaremos em São Paulo no dia 29 de junho, para ver se ainda encontro tempo de comemorar o meu aniversário de dois dias atrás (indireta aos amigos). E ficamos 1 mês e meio, sendo que por duas semanas encararemos outra empreitada pelo nosso paízão lindo, certamente à procura do verão fora de época do Nordeste.

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Le truc

Fevereiro 27, 2008 at 11:49 pm (Brasil - França, Casa e Familia) (, , , , , )

Em uma semana completarei um ano aqui em Paris e posso dizer que sigo cada vez mais tranquilo na língua. Afinal, troquei de vez o inglês pelo francês com a Manue em setembro do ano passado e o progresso foi visível. Obviamente que nada é tão perfeito assim e de vez em quando solto pérolas ou engasgo em simples descrições ao me deparar com palavras bizarras para alguém que não cresceu na França (ou você acha que te ensinam nas escolas como dizer pia, panela de pressão, ralador, tomada…e por aí vai).

Mas tal como no Brasil, aqui na França existe um termo que quer dizer tudo (e às vezes nada): truc, que é nada mais, nada menos que treco, coisa. E isso é de uma valia enorme para o dia a dia, acreditem em mim. Foi assim que hoje consegui encher o pneu da minha nova bicicleta.

Ao perceber que ele estava meio murcho, fui a uma bicicletaria e, ao entrar, no meu já bom nível, soltei com toda a pompa: “Bonjour, vous avez le truc-là pour gonfler le pneu?” (Bom dia, você tem aquele treco para encher o pneu?) Reparem que “le truc-là” é um linguajar chulo, de malandro, embora o “vous” tenha caráter de educação ao falar com alguém que você não conhece.

O homem obviamente estranhou e me respondeu com cara feia: “Le truc?“. Envergonhado, voltei ao meu mundo de estrangeiro e admiti sem problemas: “Desculpa, eu não sou francês. Não sei como se fala ‘le truc pour gonfler le pneu‘”. No final, tudo deu certo, falei que era brasileiro, ele ainda brincou com nosso futebol e voltei para casa com pneu cheio. Ah, e “le truc-là” se chama pompe, como bomba.

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A felicidade está numa panela de feijão

Fevereiro 23, 2008 at 2:19 pm (Brasil - França, Casa e Familia) (, , , )

Pois é, a Manue conseguiu. Tornou-se brasileira de vez. Fez uma deliciosa feijoada. E me fez quase ir às lágrimas. É sim meu prato favorito. Comemos ao som de Chico e Feijoada Completa.

Panelão

O anjo e sua feijoada

O sortudo do Bruno que comeu de graça

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Outros prêmios de fotografia

Fevereiro 22, 2008 at 2:28 pm (Casa e Familia, Política) (, , , , , )

Para uma época de silêncio prolongado, seguem novas imagens da França. Uma do metrô, outra do passeio às margens do Marne, um afluente do Sena. Em pleno inverno, a primavera chega com estilo e esbanja cores. Obrigado poluição ! Obrigado camada de ozônio e viva os que desmatam a Amazônia ! O inverno nunca foi tão quente por aqui.

O auge da nação francesa

Nas margens do Marne

A igualdade é branca

Aquelas bolinhas são vermelhas

A frô

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